terça-feira, 4 de novembro de 2008

Geração Y : Junte-se a eles



A ascensão dos jovens no mundo corporativo nunca foi tão rápida. Como revelam algumas das principais empresas brasileiras, profissionais nascidos a partir de 1978 (batizados como “geração Y”, mas também conhecidos como “Millenium” ou “Net”) já ocupam de 15% a 25% dos cargos de liderança, e essa proporção só tende a aumentar.

Os “Y” possuem características peculiares: encaram o trabalho como desafio e diversão, prezam um ambiente informal com transparência e liberdade para troca de idéias, valorizam o trabalho em equipe e querem promoções rápidas. A maioria dos gestores da “geração X” (nascidos entre 1965 e 1977) e “Baby Boomers” (1946/1964) encontra dificuldades em assimilar, e até mesmo aceitar, o comportamento dos mais jovens por entrar em conflito com seus próprios valores. Principalmente no que se refere às relações formais e de hierarquia. Um dos novos desafios do RH, portanto, é incorporar os valores dos “Y” de modo a integrar, e não se chocar, com a cultura organizacional.

Nesse aspecto, a comunicação exerce papel fundamental sob dois aspectos. Em primeiro lugar, informando e conscientizando os gestores seniores sobre a importância de compreender e se adaptar aos valores e interesses da nova geração. Em segundo lugar, abrindo novos canais de diálogo entre os colaboradores e entre estes e a organização, fator essencial para o estabelecimento de políticas e ações alinhadas com os interesses da empresa.

Para a comunicação ser efetiva, precisa se adaptar ao perfil dos “Y”. Acostumados à velocidade e interatividade, eles se entediam facilmente com boletins impressos e murais, lentos e tecnologicamente pobres. Só é possível conquistá-los incorporando os recursos que estão acostumados a usar no dia-a-dia: blogs, podcasts, mensagens instantâneas, wikis, redes sociais e demais meios da chamada Web 2.0.

Além de proporcionar informação atualizada constantemente, estes recursos também possuem outra característica importante para o mundo corporativo: a reação imediata.

Ao contrário das antigas ferramentas do passado, os novos meios de comunicação são vias de mão dupla em que o receptor é capaz de responder até instantaneamente às mensagens por meio de comentários, posts e até “torpedos” de celular.

Monitorando essa comunicação, a área de RH ganha um valioso feedback sobre vários aspectos, desde o clima organizacional e receptividade em relação às campanhas internas até os diferentes interesses e motivações que movem os “Y”, os “X” e os “BB”.

Não há fórmulas prontas ou receitas de sucesso, pois um novo modelo de comunicação está diretamente relacionado aos valores e à cultura de cada organização. O maior desafio é estabelecer regras para a participação de blogs e redes sociais, que mantenham a espontaneidade das colaborações. Ao mesmo tempo, evitar a dispersão e o seu uso indevido. Cabe ao RH e à comunicação liderar todo esse processo, conscientizando, informando, recebendo e fornecendo feedback e, sobretudo, aprendendo.

Texto escrito por Silvio Tanabe
Fonte: HSM Management

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Empresas brasileiras fazem a diferença ao enfrentar a crise

Em meio à turbulência, o país precisa apostar nos seus setores mais competitivos

A força da economia real, representada pela capacidade das empresas serem competitivas, será decisiva para o Brasil enfrentar a crise mundial sem grandes sustos. Conforme EXAME, várias companhias e setores nacionais têm grandes condições de vencer o cenário adverso. Em entrevista exclusiva a EXAME, Roger Agnelli, presidente da Vale, diz que a empresa já adotou medidas para se precaver contra a crise e, mesmo com as siderúrgicas reduzindo o ritmo de produção, ainda aposta em um reajuste de preços na Ásia.

O Brasil também é um forte candidato a liderar mundialmente o setor de papel e celulose, apesar do recente abalo nas finanças das empresas do setor. Até 2012, as empresas devem investir US$ 14 bilhões, o que levaria o Brasil à terceira posição no ranking do setor - ante a atual quinta posição. Além disso, o país conta com uma vantagem natural - o rápido crescimento do eucalipto. No agronegócio, também há exemplos de empresas bem preparadas para enfrentar os tempos difícieis, como a gaúcha SLC. Com tecnologia e fazendas espalhadas pelo Centro-Oeste e Nordeste, a empresa é considerada a mais competitiva do setor no país, e sua produtividade por hectare em algodão e soja é superior à da Argentina, por exemplo.

As concessionárias rodoviárias também ignoraram a crise nesta semana ao participarem do leilão de rodovias estaduais paulistas. O destaque foram as empresas brasileiras, que arremataram a maior parte dos lotes. Dos lotes leiloados, apenas um foi vencido por uma estrangeira - a portuguesa Ascendi, que compôs o consórcio Brasinfra com a Cibe Rodovias e arrematou o trecho leste da Marechal Rondon.


Fonte: Exame


segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Abordagem Comportamental da Administração

A partir dos trabalhos de dinâmica de grupo desenvolvidos por Kurt Lewin, ainda na sua fase de impulsionador da Teoria das Relações Humanas, com a divulgação do livro de Chester Barnard (The Functions of the Executive) e, posteriormente, dos estudos de George Homans sobre sociologia funcional de grupo (The Human Group), culminado com a publicação do livro de Herbert Simon (Administrative Behavior), sobre o comportamento administrativo, uma nova configuração passa a dominar a teoria administrativa. As raízes profundas dessa nova abordagem podem ser localizadas muito mais adiante.Todavia, é a partir da década de 1950 que se desenvolve inicialmente, nos Estados Unidos, uma nova concepção de administração, trazendo novos conceitos, novas variáveis e, sobretudo, uma nova visão da teoria administrativa baseada no comportamento humano nas organizações.
A abordagem comportamental marca a mais forte ênfase das ciências do comportamento na teoria administrativa e a busca de soluções democráticas e flexíveis para aos problemas organizacionais. Esta abordagem originou-se das ciências comportamentais e, mais especificamente, da psicologia organizacional. É com a abordagem comportamental que a preocupação com a estrutura se desloca para a preocupação com os processos e com a dinâmica organizacional, isto é, com o comportamento organizacional.

Aqui ainda predomina a ênfase nas pessoas, inaugurada com a Teoria das Relações Humanas, mas dentro de um contexto organizacional.
A Abordagem comportamental divide-se em:
Teoria Comportamental da Administração e Teoria o Desenvolvimento (D.O.).


quinta-feira, 23 de outubro de 2008

O QUE VOCÊ PODE FAZER:

Administração de empresas :Cuidar de todas as operações de uma empresa, desde a organização de seus recursos humanos, mercadológicos, materiais e financeiros até o desenvolvimento de estratégias de mercado.
Administração esportiva: Gerenciar times e equipes, promover competições e cuidar do marketing esportivo de uma associação. Em órgãos oficiais, definir políticas para o esporte.
Administração financeira: Organizar e coordenar as atividades financeiras de um estabelecimento, lidando com patrimônio, capital de giro, análise de orçamentos e fluxo de caixa.
Administração hoteleira: Gerenciar hotéis, flats, pousadas e parques temáticos. Supervisionar o funcionamento do estabelecimento, seus serviços, sua manutenção, as reservas e a limpeza.
Administração hospitalar: Gerenciar hospitais, prontos-socorros e empresas de convênio médico ou seguro-saúde.
Administração de produção: Supervisionar o processo produtivo em indústrias, da análise, aquisição e estocagem da matéria-prima à qualidade e distribuição do produto final.
Administração pública: Planejar, promover e gerenciar instituições públicas.
Administração de recursos humanos: Cuidar das relações entre funcionários e empresa, coordenando a seleção e a admissão, os planos de carreira e de salários, os programas de incentivo, de treinamento e de capacitação da mão-de-obra.
Administração rural :Dirigir empresas rurais e agroindustriais, controlando o processo de produção, a distribuição e a comercialização de produtos.
Administração do terceiro setor: Planejar e coordenar as operações de ONGs, gerindo a captação de recursos e sua aplicação em projetos ambientais, educacionais, profissionalizantes ou comunitários.
Auditoria: Acompanhar a análise e os exames de documentos dos diversos setores de uma empresa ou organização.
Comércio exterior: Administrar e planejar negociações de compra e venda com empresas do exterior.
Controladoria: Planejar e gerenciar o orçamento de uma empresa, fazendo o controle dos custos e a auditoria interna.
Empreendedorismo: Definir as estratégias de criação e direção de um negócio, avaliando as oportunidades, a concorrência e a gestão de recursos humanos.
Gestão ambiental: Planejar, desenvolver e executar projetos para a preservação do meio ambiente.
Gestão de qualidade: Otimizar os processos industriais e de venda ou compra de serviços ou mercadorias. Coordenar programas que melhorem a qualidade de vida de funcionários e clientes.
Logística: Implantar e administrar o fluxo produtivo de uma empresa, da estocagem da matéria-prima à distribuição da mercadoria nos pontos-de-venda.
Marketing: Definir as estratégias de atuação de uma empresa, estudar as necessidades dos clientes, desenvolver produtos e serviços para atendê-los e planejar as vendas.
Peritagem: Elaborar exames periciais em assuntos relacionados ao dia-a-dia de uma empresa, como na administração financeira ou de recursos humanos.
Sistemas de informação: Gerenciar os sistemas de tecnologia de informação em uma empresa, atualizando seus equipamentos e programas necessários ao negócio.
http://guiadoestudante.abril.com.br/profissoes/profissoes_271421.shtml

Considerações pessoais: Como podemos observar, as áres de atuação da administração são muito amplas, permitindo a escolhas de várias opções para seguir na carreira profissional.São muitos caminhos oferecidos àqueles que escolhem esta área: desde à administração esportiva e hoteleira, até a administração de empresas, propriamente dita.


O que as empresas andam fazendo para melhorar sua administração

LIDERANÇA (Ele aperta o cinto): A rotina do executivo David Yost não dá pistas de que ele preside uma empresa com vendas de 66 bilhões de dólares em 2007. Aos 61 anos e principal executivo da distribuidora americana de remédios AmerisourceBergen, Yost segue uma vida espartana. Ele dispensa secretárias e atende os próprios telefonemas, só almoça sanduíches e usa a mesma cadeira de couro surrada que herdou de seu antecessor, em 1997. Viagens, só em classe econômica. Os funcionários só voam em executiva se bancarem a diferença. Pode parecer sovinice — e é mesmo —, mas o estilo do presidente tem ajudado. Neste ano, a receita da Amerisource aumentou 8%, o dobro da média de seus concorrentes. Os hábitos têm efeito visível principalmente na última linha do balanço — com despesas supercontroladas, o lucro da empresa subiu 30% no último trimestre, enquanto o das rivais não avançou mais que 13%.
SUSTENTABILIDADE( O cartão encolheu): Desde abril, a subsidiária brasileira da rede de varejo Wal-Mart está substituindo os cartões de cerca de 3.200 funcionários administrativos por uma versão reduzida, com metade das dimensões tradicionais. Em um ano, a medida deve gerar economia de papel equivalente ao necessário para produzir 100.000 cartões. Na DuPont, o gerente de marketing Alexandre Pimenta resolveu encolher seu cartão por conta própria. A iniciativa chamou a atenção da empresa, que agora estuda estender a medida a um grupo de 50 funcionários interessados nos cartões mais sustentáveis.
CLIENTES (O primeiro contato é o que vale): A operadora de telefonia GVT, que atua em 80 cidades de todo o país, está contratando parte dos funcionários terceirizados. O objetivo é melhorar a qualidade dos serviços. Nos últimos 12 meses, a GVT absorveu 400 dos 1.000 atendentes do call center de vendas e 525 dos 1.246 técnicos de instalação. Com a mudança, o custo da companhia com folha de pagamentos aumentou 25%, mas a percepção dos clientes já melhorou. De acordo com uma pesquisa recente do instituto Gallup com cerca de 4 000 clientes de várias operadoras, 41% dos usuários da GVT se disseram satisfeitos com os serviços da companhia, ante a uma média de 24% nas concorrentes.
FRAUDE (O culpado pode estar ao lado): Para conhecer o perfil dos autores dos crimes financeiros, a ACFE, associação das empresas examinadoras de fraudes dos Estados Unidos, analisou recentemente 959 casos registrados nos últimos dois anos. Resultado: a maioria está na faixa dos 40 anos de idade, trabalha há mais de cinco anos na companhia e possui acesso fácil às finanças. A quantidade de homens representa o dobro da de mulheres. O estudo também revelou dicas que ajudam a farejar suspeitos. Uma delas é que fraudadores evitam sair de férias, por medo de que um substituto perceba suas transações.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Missão, Visão e Valores da Vale




NOSSA MISSÃO
Transformar recursos minerais em riqueza e desenvolvimento sustentável.
. Para nossos acionistas, sob a forma de retorno total superior à média de mercado dos segmentos em que a Vale atua;
. Para nossos clientes, pela contínua proposta superior de confiabilidade de suprimento e de valor de uso, sustentados por inovação e desenvolvimento constantes;
NOSSA VISÃO
Ser a maior empresa de mineração do mundo e superar os padrões consagrados de excelência em pesquisa, desenvolvimento, implantação de projetos e operação de seus negócios.
NOSSOS VALORES
. Ética e transparência: representam o nosso comportamento como organização. Agimos com integridade, respeitamos as leis, os princípios morais e as regras do bem proceder referendadas e aceitas pela coletividade, e comunicamos nossas políticas e resultados de forma clara.
. Excelência de desempenho: significa a busca da melhoria contínua e o controle dos resultados por indicadores de desempenho reconhecidos como referência das melhores práticas, promovendo ambiente de alta performance e assegurando a obtenção e manutenção de vantagens competitivas duradouras.
. Espírito desenvolvimentista: representa nosso empreendedorismo como organização que busca, incessantemente e com agilidade, novas oportunidades de ação e soluções inovadoras diante dos problemas e necessidades que se apresentam, assegurando a execução de estratégias que visam ao crescimento da Vale.
Obs: Citei somente alguns itens.
Caso queira verificar a lista completa entre:

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

A dose certa de assertividade

Clareza e foco são essenciais para o sucesso profissional.



Comunicar idéias com clareza, manter o equilíbrio durante uma discussão e aceitar pontos de vista diferentes são atitudes importantes para o seu desempenho profissional. Todas elas estão relacionadas à assertividade, uma competência fundamental para quem deseja crescer na carreira e melhorar o comportamento no trabalho. Segundo o dicionário Houaiss, trata-se da capacidade de fazer afirmações categóricas. Na carreira, sua missão é ficar na medida certa dessa competência, sem parecer indeciso ou agressivo. Encontrar esse equilíbrio requer treinamento, e pode levar mais ou menos tempo, dependendo da sua dedicação.


O administrador Mário Cury de Paiva, de 49 anos, gerente de operações comerciais da Datasul, desenvolvedora de software, por exemplo, demorou para conseguir se expressar de maneira mais precisa e objetiva. Com medo de chatear os colegas de trabalho, ele tinha dificuldade de expressar suas idéias, evitava discordar do chefe e nem sempre conseguia reagir diante de um conflito. “Tinha sempre a sensação de que havia feito o que era necessário, mas os resultados não apareciam”, diz. Um coach sugeriu que antes de cada conversa ou reunião Mário listasse seus objetivos. Hoje, Mário não sai de uma conversa com questões pendentes. “Se tivesse descoberto isso antes, acho que teria crescido mais rápido na carreira, fechado mais contratos e recebido mais desafios”, afi rma. Avalie, no teste abaixo, se você pratica a assertividade na dose certa. Depois, confira cinco dicas que vão ajudar você a desenvolver mais essa competência.

Confira a matéria completa no link: http://vocesa.abril.com.br/edicoes/0124/aberto/materia/mt_350135.shtml

Teste:

http://vocesa.abril.com.br/teste/vocesa_assertividade.shtml